Vivemos em um momento histórico em que, devido ao covid-19 e aversão ao risco de boa parte dos investidores, vemos uma alta volatilidade na bolsa.

O significado de Risco em investimentos, é bem abrangente.

Considera-se risco, a incerteza sobre o retorno de um investimento, tanto ganho quanto perda. Ou seja, quanto maior a distância entre o máximo e o mínimo que se pode ganhar, maior o risco. E consequentemente, quanto maior o risco, teoricamente maior será o potencial de ganho.

Risco de Liquidez

Em outras palavras, existem mais vendedores do que compradores para algum ativo.

Imagine você ter uma casa que vale 5MM, mas por falta de compradores, acaba tendo que vender por apenas 2MM, ou seja, para acessar o dinheiro, você precisará vender mais barato ou aguardar por compradores.

Aí que entra a famosa pergunta: Como foi que o meu fundo de renda fixa caiu?

Quando ocorrem eventos em que a necessidade de recursos, ou mesmo o pânico, causem um grande resgate em massa, o gestor do fundo precisa vender os ativos que compõe o fundo para poder suprir os resgates. Como os resgates estão sendo feitos todos de uma só vez, ele acaba vendendo um título que no vencimento pagaria 120% do CDI, por 88% do CDI. Com isso, é natural que a cota do fundo caia.

Risco de Crédito

O risco que o credor possui de não receber o pagamento do devedor.

Quando uma empresa privada emite um título de crédito, uma debênture por exemplo, essa contrata uma agência internacional de risco que classifica o risco de crédito (de D como inadimplente, até AAA Como mais alta qualidade).

Risco País

Quando o país apresenta problemas e desafios que podem dificultar o pagamento de suas dívidas, ele também pode ser classificado como mau pagador e receber um rating baixo.

Em 2016, durante o impeachment, algumas destas agências rebaixaram o Brasil ao rating de -BB, considerado como investimento especulativo.

Risco de Mercado

Quando falamos em risco de mercado, é importante salientar que existem dois tipos de risco: o sistemático e o não sistemático.

O sistemático é aquele risco que pode acontecer a todo e qualquer investimento. É aquela chance remota, mas possível, de que o caos
ocorra. Em um cenário bem extremo, por exemplo, até mesmo um investimento super conservador, estaria exposto a um risco sistemático.

O não-sistemático, é o risco específico de cada ativo. Ou seja, eventos inesperados podem prejudicar o preço de uma determinada ação, a
aprovação de alguma lei, por exemplo, enquanto ações de outros setores não sofrerão com este evento, ou até se beneficiarão.

Precisamos falar sobre Diversificação

O risco não-sistemático é diversificável. Quando você diversifica o risco não só das ações, mas de todos os investimentos, você pode reduzir a maior parte do risco total da carteira.

Você já ouviu a frase: “Não ponha todos os ovos na mesma cesta”? No mundo dos investimentos, ela faz total sentido.

Quando você aplica em diferentes tipos de investimentos que possam diferentes características entre si, você está colocando os ovos em cestas diferentes.

Quer diversificar – rentabilizar e proteger teu patrimônio? A gente te ajuda, procure um especialista na Invista Mais através do nosso WhatsApp.

Autora – Milena Silva 

CEA, CPA 20 e ANCORD

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